Brasileiro é um consumidor cada vez menos consciente

Uma pesquisa publicada recentemente mostrou que houve uma dimiuição da preocupação ambiental dos brasileiros na hora de consumir. A pesquisa, encomendada pela Fecomercio-RJ ao Instituto Ipsos, entrevistou mil consumidores de 70 cidades, incluindo nove regiões metropolitanas, como Recife, Salvador, São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro.

Quando a pesquisa foi feita pela primeira vez, em 2007, o percentual de consumidores que disseram levar em conta se os produtos tinham relação com a preservação do meio ambiente era de 65%. Quatro anos depois, em 2011, o número de consumidores com essa preocupação caiu para 57%.

E se você acha que os jovens são mais preocupados com o consumo consciente do que os idosos, você errou.

Para orgulho dos nossos velhinhos e vergonha da nossa juventude, as pessoas da terceira idade foram as que demonstraram maior comprometimento com as questões ambientes e com os hábitos de consumo, como por exemplo, a separação do lixo para reciclagem e o simples gesto de fechar a torneira ao escovar os dentes.

Seguem alguns dados interessantes da pesquisa

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Islândia usa Redes Sociais para revisar a Constituição

Uma página do Facebook está sendo utilizada no processo de revisão da Constituição da Islândia. Através dessa página, a Islândia está incentivando seus cidadãos a participarem do processo político do país, através de discussões sobre ideias e propostas que contribuam para a revisão da atual Constituição, que é de 1944.

Depois de fechado o projeto de revisão, ele será encaminhado para votação no parlamento.

Chamada Stjórnlagaráð (ler islandês é algo um pouco complicado…, mas descobri que o termo pode ser traduzido como “Conselho Constitucional”), a página tem cerca de 3.500 fãs. Isso é quase 1% da população da Islândia – que tem cerca de 320 mil habitantes num território frio de 103 mil km²

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Vale do Silício terceiriza trabalho para refugiados na África

Trabalho na África é feito por meio da ONG Samasource.

Texto extraído da BBC Brasil

Uma organização sediada em São Francisco, nos Estados Unidos, está trabalhando para conectar gigantes da internet, como Facebook e Ask.com, às pessoas mais pobres e marginalizadas do mundo.

Em Dadaab, no norte do Quênia, fica o maior campo de refugiados do mundo, abrigando 300 mil pessoas que disputam recursos – em geral providos por assistência humanitária – para viver. No meio da vasta e poeirenta cidade há uma pequena cabana cheia de computadores, onde um grupo de pessoas tem a chance de se conectar com o mundo exterior.

Em conjunto com a ONG americana Samasource, esses refugiados receberam treinamento em computação, o que lhes permite fazer trabalhos remotos para empresas a milhares de quilômetros de distância

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